7 coisas que me ajudam a pensar na existência

by on segunda-feira, 21 de julho de 2014

Listas são tão legais, elas já salvaram várias tardes tediosas, eu adoro listas, mesmo, passo tarde lendo a Rookie atrás de listas, ás vezes sair de casa não parece a solução para o seu tédio-consumidor-do-seu-cérebro-inteiro. E o tempo passa, como diria Bowie, 'passa selvagemente'. No blog em si já fiz duas, uma sobre coisas para se pedir no Natal (é) que eu não achei o link e outra sobre capas legais em preto e branco, que ficou pretty cool, veja.

By the way, essa lista é apenas coisas que eu vejo/ouço/leio que me ajudam a questionar a existência, ou compreendê-la ou apenas só pensar nela.



A solidão lúgubre do 'Revolver' toca na minha existência de uma forma inexplicável, é daqueles álbuns de se deixar tocando e se encarar no espelho, de deitar na cama e olhar pro teto, colocar os pés na parede ou sei lá, fantasiar sua existência. "Vamos vivendo uma bela vida/Achamos para tudo uma saída/Céu azul, mar verde e belo/Em nosso submarino amarelo." O filme 'Frances Ha' é tipo, inexplicável o seu impacto em relação a forma que encaramos a vida, ele encara os meus medos, os mais bobos e clichês, mas são eles os provocadores das mil crises de meia idade que com 17 anos eu já tenho. Eu to lendo a biografia do Ian Curtis e me identifiquei tanto com ele, principalmente o inicio de tudo e isso é assustador. A imagem com uma legenda pertence a um filme do 'Godard' e eu indico todos eles (não assisti todos ainda, mas tá quase lá), seus filmes tratam de pessoas, um cinema vanguardista e polêmico, mas onde trabalha as perplexidades do século, incluindo a existência. E tem 'Orange is the new black', quem ainda não viu, tem que ver, é incrível como podemos nos identificar com um grupo de mulheres que estão presas em uma penitenciária norte-americana, como mesmo com toda essa pressão e nova vida, elas são frágeis e vivem as mesmas sentenças que nós que estamos do lado de fora vivemos, é incrível, incrível. Agora Björk e Arcade Fire transcendem a existência, seja em sua voz, composições, arranjos. É uma coisa de louco e é muito complicado escrever sobre tudo isso, escrever sobre existir, e ainda escrever sobre coisas que afetam e mexem com esse sentimento, com essa questão, pois a existência é tão individual, tanto que eu nem me aprofundei nas coisas citadas, nem descrevi direito o porquê delas causarem esse impacto em mim, afinal, elas te proporcionaram sentimentos que talvez eu não sinta. Que talvez eu não tenha descoberto.

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