Only seventeen, but he walks the streets so mean.

by on quinta-feira, 1 de maio de 2014

Hoje é meu aniversário! É uma tristeza me despedir dos meus 16 anos, Sweet sixteen and we had arrived. Walkin' down the streets as they whistle, "Hi, hi!", bem, agora é 17, Only seventeen, but he walks the streets so mean.

Eu fico muito feliz por ter tido esse blog como alguma das minhas lembranças de 16 anos, porque não existe coisa mais incrível para mim do que música, e escrever sobre música, sobre sentir ela e encontrar pessoas que sentem o mesmo e compartilham de ideias que ás vezes eu achava que só rondava pela minha cabeça, é incrível. Eu pretendo continuar com o blog até o ano que vem, depois vou me despedir, não é algo que eu queira fazer pro resto da vida, na verdade era só um projeto de 16 anos mesmo, mas acho que com 17 ainda é cabível, minha mente ainda quer trabalhar nele. Oh - why do everyone have to grow old?

Sobre meus 17, creio que ele será o ano que eu começarei o meu sonho mais interno, criar uma banda, sempre tive esse desejo desde criança, mas nunca veio a idade, nunca me senti preparado, e acho que agora estou pois já me encontrei musicalmente, então fiquem ligados nos meus próximos passos, pois quero que sejam passos longos. 17 é a idade virar-se e encarar o estranho. É a idade de se despir de todos os medos, ainda não vejo como a hora de encarar o mundo sem olhar para trás, isso fica pro ano que vem, mas está na hora de matar todos os monstros que ainda vivem dentro de você. Where, where do we go?

Na verdade tudo o que eu disse acima pode mudar, pois é assim que o mundo funciona. Agora está frio onde eu estou, mas o calor pode chegar a qualquer momento. Meu ônibus está programado para chegar em 10 minutos, mas algo pode acontecer e ele nunca vir. Planos, planos e mais planos. Eles sempre são tão acolhedores, é tão mais fácil acreditar na verdade criada para a gente. É tão fácil acreditar que eu vou conseguir.

E é tão complexo como o mundo funciona, sempre nos dizem para sermos felizes, que é isso que importa, não é? A felicidade. Então porquê é tão difícil que o universo que criarmos para nós mesmos se torne real, aquele que quando encostamos a cabeça na janela do trem aparece, aquele que quando estamos andando sozinhos apenas com a companhia de um fone de ouvido surge em nossa mente, e ás vezes até sorrisos surgem do nada. Eu não quero o mundo, eu quero o meu mundo.

No fim, todos estão competindo por algo que nunca vão receber.


10 years old without a voice i feel like nothing's really changed now we're just a little older

P.S.: Esse texto foi escrito dia 30 e programado para ser postado hoje, provavelmente agora estou em uma festa tendo um coma alcoólico na casa de um amigo. Se alguém escrever alguma mensagem para mim, aqui, no twitter (@wkw4rd) ou  Facebook, responderei daqui uns dias. Mas, stay punk ma wicked kids!

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